16.7.07

PalUP Ling | "Time" e SL

A revista Time resolveu pronunciar-se (agora a sério) sobre Second Life!

Algum tempo depois de ter dado à estampa várias notícias e reportagens do "metaverse", eis que chega a brilhantes conclusões, assim interpretadas:

- SL é muito lento a "carregar"!
- em SL é difícil navegar, mesmo com uma ligação de banda larga!
- criar e personalizar um avatar em SL é uma tarefa aborrecida!
- existem loucos em cada esquina de SL!
- sugerir que "humanos virtuais" podem fazer "coisas humanas" online em SL... é "patético"!

Conclusões minhas:

- o meu portátil de 1.200 € é uma "bomba"!
- a minha ligação NetCabo é do melhor que há no Mundo (mesmo com o router wireless)!
- devo ser um caso raro de inteligência e destreza manual!
- divirto-me com muito pouco, porque criar e personalizar um avatar em SL é das coisas mais interessantes que tenho visto online (com todas as suas implicações de auto-representação)!
- possivelmente evito as esquinas em SL (instintivamente), porque não tenho visto assim tantos loucos como na minha cidade (aqui nem se dão ao luxo de abancar nas esquinas, plantam-se mesmo no meio das avenidas...)!
- finalmente aquela dos "humanos virtuais" e das "coisas humanas"... não percebi!

"We're sure that somebody out there is enjoying Second Life, but why? Visually, this vast virtual world can be quite impressive, but it's notoriously slow to load (it runs on free software you have to download) and difficult to navigate, even with a broadband connection. You interact in the space through an avatar, but creating and personalizing this animated representation of yourself is tedious. Movements feel clunky and there can be a terrible lag. As on many sites, there's a learning curve for novices, but Second Life's is simply too steep. And there are crazy people around every corner — disruptive types that spread graffiti and get in your way and throw you off your groove. Fans praise Second Life as a virtual hangout where you can meet and chat and buy sneakers and real estate (that's fake stuff for real money) and dance and go bowling and have sex — suggesting that "virtual humans" doing "human things" online in Second Life is somehow less pathetic than, say, cooking Kaldorei spider kabobs or making magic pantaloons in World of Warcraft. The corporate world's embrace of the place as a venue for staff meetings and training sessions does seem to lend Second Life a layer of legitimacy. But maybe it's a case of some CEOs trying too hard to be hip."

1 comentário:

Ana Lutetia disse...

LOL!
Simples: os gajos não conseguiram fazer nada e dizem que é aborrecido e que é tudo louco.